Tuesday, February 19, 2013

Luv u birdie

 
 
 
A festa do primeiro aniversário da Maria Leonor foi mais uma parceria Sweet Design® e JannetbyJannet®
A mãe da Leonor, que é uma anfitriã com gosto pelo detalhe e ela própria uma cozinheira de mão cheia, pediu-nos uma mesa de sobremesas e alguns apontamentos de decoração. 
A inspiração surgiu desta árvore cor-de-rosa cheia de love birds que era o motivo de um dos maravilhosos papéis que a jannet arranjou. Não sei onde é que ela desencanta este papéis, mas a verdade é que me apetecer forrar a casa toda com eles.
 
 

 
 
 

sweet tags jannetbyjannet@blogspot.com
 
cupcakewrappers jannetbyjannet@blogspot.com

O bolo de aniversário, os cupcakes, os cakepops e as bolachinhas são Sweet Design®.
Todos os elementos de decoração e papelaria são JannetbyJannet®, incluindo os wrappers dos cupcakes, as bases dos brigadeiros, os toppers das quiches, as etiquetas com a identificação dos doces e este birdie lindo que me apetecia trazer para casa.
 
love bird Jannetbyjannet@blogspot.com

A mãe da Leonor tinha uma mesa recheadíssima de iguarias caseiras, com um aspeto delicioso, que ela própria tinha preparado para a festa. Estes brigadeiros e as mini-quiches são apenas dois exemplos dessas iguarias, que ganharam um look especial com os complementos JannetbyJannet®.
 
truffle holders jannetbyjannet@blogspot.com

topper jannetbyjannet@blogspot.com
 
Inspirador, não é?

Dá vontade de fazer festas destas todos os dias!






Sunday, December 23, 2012

Merry Christmas!

 
 
Já aqui referi que ultimamente ando obcecada com bolos estruturados.
Pois bem, este  será muito provavelmente o bolo mais dificil que fiz até hoje.
Isto é pura engenharia de bolo, cake design a sério, perdoem-me a falta de modéstia.
Tem 65 cm de altura e cerca de 8 Kg de peso.
 
I've been obsessing about challenging structured cakes lately.
And this may well be my most challenging (and successful) cake adventure, up to this day. 
It is pure cake engineering and serious cake design, forgive my lack of modesty.
It is 26 inches high and weighs roughly 8 Kg.
 
 
Esta técnica vai estar em workshop no início do próximo ano - Fevereiro 2013 - em Lisboa e no Porto.
Mantenha-se atento à página do Facebook para não perder o anúncio das datas.
A técnica em formação será a mesma, mas com outro design que não este do Pai Natal. O objetivo a alcançar é a sobreposição de camadas de bolo desniveladas, dando a impressão de que o bolo desafia a gravidade e pode cair a qualquer momento...ainda que não caia!


 
I'll be teaching this technique in workshops to be held both in Porto and Lisbon, early next year (February 2013).
Don't miss out workshops' date launching on Sweet Design's facebook page.
The technique to be taught is the same, but with another cake design, not the Santa Claus one. The goal to reach is to stack a number of different unlevelled cake tiers that give the impression that the cake is defying gravity and may collapse at any moment...even if it doesn't, actually!
 
 
 
 
 
E se duvidas houver quanto ao conteúdo...
And if any doubts remain about the content inside...
 
 
 
...cake anyone?
 
Be merry, eat cake!


Monday, November 19, 2012

a tale of love.

Era uma vez um reizinho.
Vivia no sul, num país quente,
onde o sol tinha a cor do fogo e os animais viviam livres.
Um dia, o país dele entrou em guerra
e o reizinho teve que vir embora,
para um sítio onde pudesse viver em paz e ser mais feliz
 
 Quis o destino,
que reserva encontros especiais para pessoas especiais,
que o nosso pequeno rei conhecesse uma pequena rainha
de caracóis negros, olhos grandes e mãos de fada
e que por ela se apaixonasse.
Perdidamente.
E para sempre.
     
 
 A pequena Rainha,
de caracóis negros, olhos grandes e mãos de fada,
retribuía o amor intenso,
com a serenidade de quem sabe
que o primeiro amor é como nenhum outro,
eterno e incondicional.
 
 Eles foram os melhores amigos
e depois foram namorados
e depois cresceram
e casaram
e passaram a governar o seu próprio reino.
 
Era um reino pequenino, mas onde se vivia bem.
O ar tinha o aroma das peónias e dos ranúnculos
que floresciam em qualquer altura do ano,
e as paredes das casas eram brancas
e as portas e as janelas eram de madeira
pintada em tons pastel.

Umas eram verde-água,
outras eram rosa esbatido
e algumas ainda tinham a cor natural da madeira,
porque era a rainha, com as suas mãos-de-fada,
que pintava ela própria as portas das casas.
Mas como ainda não tinha tido tempo de pintá-las todas
e não gostava de ver ninguém triste,
pendurava uns ponpons na maçaneta das portas por pintar
com uma mensagem que dizia:
 
”soon to be painted with love.”
  Num belo dia de Setembro,
ainda o sol brilhava com força
e o calor enchia a praia daquele pequeno reino à beira-mar,
a Rainha deu à luz uma linda princesa,
que desde cedo fez saber a todos quantos ali viviam
que era especial,
não só porque tinha uns enormes olhos azul-pastel,
que pareciam ter sido pintados pela mão da sua mãe,
mas também porque esses mesmos olhos
transmitiam uma clarividência que não era comum
para uma criança daquela idade.

Diziam as bruxas boas do Reino
que a menina Princesa tinha um futuro brilhante e promissor,
e que o destino lhe reservava encontros muito especiais,
normalmente reservados a pessoas igualmente especiais.


O Rei,
que era adorado por todos os habitantes do reino,
tinha-se tornado um Homem vivaço,
de riso fácil e sempre pronto a resolver os problemas de todos.
Apaixonado pela sua Princesa e pela sua Rainha,
enternecia-o a candura da mais pequena
e encantava-o o espírito criativo da sua Mulher
 e a velocidade com que ela pensava em novos projetos,
desde escolas para os mais pequeninos,
espaços verdes para os animais
e até pastelarias muito bem decoradas
para que as suas aias pudessem tomar chá de mirtilo e maçã
enquanto punham a conversa em dia.
 E, de vez enquando,
era o próprio Rei que ía dar uma mãozinha aos projectos da Rainha,
fazendo com que peças antigas recuperassem o encanto de outros tempos
e com que as paredes do Palácio ganhassem cor,
para que depois se pudesse escrever nelas
o que nos vai no coração.
Havia, contudo, um outro Reino,
muito longínquo,
que estava a precisar de um Rei assim como aquele.
Digamos que era um Reino muito grande,
que precisava de um líder que fosse sensato e trabalhador,
mas que fosse também alegre e divertido.
Que soubesse pintar paredes e organizar as despesas,
que se ajeitasse bem a fazer compras online
e que gerasse consenso e bem-estar à sua volta,
como este Rei sempre fizera.
Era um Reino maior.
Era um Reino superior,
como uma nave principal que comanda todas as outras.
E por muito que ele quisesse recusar
 - porque a ambição nunca lhe turvou o querer -
a verdade é que os Reis não podem recusar este tipo de destacamentos.
Um Rei que nasce para ser Rei,
sabe que pode sempre ser necessário noutro sítio.
E assim foi.
O Rei partiu para o outro Reino longínquo
e de lá tem acompanhado com atenção
tudo o que se passa no seu pequeno Reino à beira-mar,
que continua a cheirar a peónias e a ranúnculos
e onde os projetos continuam a nascer diariamente,
como o sol que ilumina o Palácio,
onde a Princesa cresce,
cada vez mais bonita,
cada vez mais curiosa,
cada vez mais clarividente.
A Rainha entretanto já aprendeu a pintar paredes,
a organizar as despesas,
a tratar dos assuntos relacionados com a internet do Reino,
 e a resolver os problemas mecânicos das carruagens.
Sempre que alguma coisa ultrapassa os seus poderes,
ela delega nos maridos das aias,
que lá vão pregando uns pregos
e arranjando os autoclismos das casas de banho do Palácio,
porque os autoclismos das casas de banho dos Palácios reais
também se avariam, como nas casas normais.
Chegou Setembro,
e toda a Corte quis celebrar o aniversário da Princesa
nos jardins do Palácio.
Sob o comando sereno e firme da Rainha,
 tudo se organizou
para que a festa fosse a mais bonita
que alguma vez aqueles jardins tinham visto.
 






 
O sorriso da Rainha ainda não recuperou a espontaneidade de antigamente.
A gargalhada ainda não é solta
e às vezes os grandes olhos negros
perdem-se algures pelos jardins de um reino longínquo.

Um dia, ao chegar ao Palácio,
 depois de mais um dia de trabalho,
encontrou um ponpom pendurado na maçaneta da porta,
com a seguinte mensagem:
 
 
 
 
 
 
 
toda a decoração, complementos de papelaria e outros elementos decorativos
da festa publicada neste post
são da marca jannetbyjannet®
 
 

Wednesday, November 14, 2012

Novidade!

Provavelmente por andar sempre à volta das questões do marketing e do branding, sempre me entusiasmou a possibilidade de costumizar bolachas, chocolates e doces de uma forma geral.
As organizações procuram constantemente formas inovadoras de comunicar a sua mensagem, seja a clientes, a colaboradores ou outros públicos de interesse.
Veicular uma mensagem através de um doce parece-me uma excelente ideia.
Seja um presente simbólico de Natal com o logotipo da empresa, ou uma oferta de casamento com as iniciais dos noivos, a personalização das ofertas é uma tendência actual e uma preocupação de quem procura fugir dos produtos massificados, indiferenciados e sem charme.

A pensar nisso, a Sweet Design desenvolveu uma nova oferta: a produção de moldes personalizados próprios para utilização em produtos alimentares.

Reproduzimos uma imagem silhueta em molde artesanal em silicone alimentar que poderá ser aplicado em bolachas, chocolate, pasta de açucar, manteiga, entre outros alimentos.

Peça mais informações para info@sweetdesign.pt
 
 

 
 
 
 
 
 Nota: nem todas as imagens são passíveis de aplicação em molde. É feito um estudo prévio, sem custo, que afere a viabilidade da aplicação.
 

Thursday, November 1, 2012

boo



Já o post de Halloween do ano passado denunciava falta de tempo para os devaneios da cozinha.
Este ano a história repete-se.
Outubro e Novembro são meses de muito trabalho e, apesar das ideias fervilharem na minha cabeça
a uma temperatura tal que chego a temer pela saúde da minha massa cinzenta, a verdade é que a maior parte delas não chega a ver a luz do dia ...ou a luz do forno, melhor dizendo.
 
Não havendo tempo, também não há sofisticação.
Então, este ano os treats de Halloween cá em casa foram simples, fáceis, feitos em 5 minutos, em copos de plástico e com mousse de pacote*!
 
...eles adoraram na mesma!
 
 
* mousse de chocolate branco. olhos e bocas em chocolate de leite.


Tuesday, August 21, 2012

Celebrar o Verão

Ando a ficar cada vez mais obcecada com bolos estruturados.
Bolos estruturados são aqueles bolos que não se percebe bem como se aguentam de pé.
É essa ilusão que causa em quem observa o bolo, uma espécie de trompe l'oeil do cake design, que me entusiasma e me desafia.
A Amélia Minhota foi uma primeira experiência, e agora não há quem me pare!
Este bolo em forma de cone de gelado, para celebrar dois aniversários de verão, foi a minha última noitada.
Tinha 60 cm de altura e 4,5 Kg de peso. O interior era bolo de laranja com recheio de laranja e bolo branco com recheio de frutos silvestres. Todo coberto e decorado com pasta de açúcar.
Talvez não dê para perceber através das fotografias o tamanho real do bolo, mas era mesmo muito alto.



Confesso que fiquei tão orgulhosa deste bolo que depois de o ter pronto devo ter ficado uma boa meia hora a contemplá-lo.
E depois fiquei mais meia hora a pensar na maluqueira que vou fazer para a próxima.
E já decidi :)

Monday, July 2, 2012

Amélia, a Minhota.

Amélia, a Minhota (que no fundo também se poderia chamar Rosa, ou Emília, ou Felizmina ou Micas, mas que acabou por ficar Amélia, depois de uma mini auscultação de mercado), é fruto de mais de uma semana de trabalho intenso e dedicado e é, provavelmente, um dos meus projectos de cake design mais ambiciosos até à data.
Aqui está ela.


A Amélia tem cerca de 1,00 m de altura e pesa cerca de 15 Kg e é toda coberta e decorada em pasta de açucar.
Fi-la propositadamente para a FIA (Feira Internacional de Artesanato) onde está a decorrer uma exposição / concurso de Cake Design, subordinado ao tema "Artesanato português" organizado pela Faça Fácil Cake Design.
Transportá-la do Porto para Lisboa foi tarefa hercúlea e rendeu-me umas boas horas de nervos e mau feitio, mas tudo se resolveu. E Amélia, a Minhota, exibe-se agora, formosa e altiva, no seu pedestal na FIA 2012, na FIL em Lisboa.





A ideia foi a de reproduzir o traje Vianense, apesar do resultado não ser completamente fiel.
Algumas imagens de detalhe do avental, do mosaico do chão, do lenço e da saia:
Para finalizar, eu e a Amélia, a Amélia e eu.
Agora, de regresso ao Porto, já tenho saudades dela!